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Retrospectiva de Negócios: Fraude bilionária na Igreja Universal, sócia de Virginia Fonseca e o PCC, e queda do Bitcoin

Semana marcada por investigações da PF no Banco Digimais, revelações sobre o passado de Samara Pink e volatilidade nas criptomoedas e eletrônicos.

Editado por Carolina Fontes

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A semana foi intensa para o setor financeiro e corporativo brasileiro, com a Polícia Federal deflagrando a Operação Miragem para apurar suspeitas de fraudes contábeis no Banco Digimais. A instituição, controlada por Edir Macedo, é acusada de inflar ativos em mais de dez vezes o valor real, transformando R$ 71 milhões em R$ 741 milhões nos registros, o que resultou no bloqueio judicial de R$ 670,3 milhões.

Conexões polêmicas e volatilidade de mercado

No universo dos influenciadores e empreendedorismo, surgiram novas informações sobre Samara Pink, sócia de Virginia Fonseca na WePink. Revelou-se que ela manteve sociedade comercial entre 2015 e 2022 com Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como 'Japa do PCC', na fundação da rede PinkLash. A ruptura ocorreu quando Samara comprou a parte de Karen, que foi presa em 2024 por suspeita de lavagem de dinheiro.

Enquanto isso, os mercados de ativos digitais e tecnologia apresentaram movimentos bruscos. O Bitcoin perdeu a cotação de US$ 70 mil, impulsionado por saídas recordes de investidores em ETFs e migração de capital para o Ethereum, conforme detalhado na análise sobre a crise das criptomoedas. No varejo de eletrônicos, a Samsung chamou a atenção ao vender o novo Galaxy A37 com 48% de desconto no Mercado Livre apenas semanas após o lançamento, levantando questionamentos sobre a estratégia de preços da gigante sul-coreana.

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