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Brasil joga às 14h ou vira refém do horário comercial? O calendário cruel da Copa de 2026

Dependendo do resultado contra a Escócia, a Seleção pode ter folga no trabalho ou virar pesadelo para chefes e funcionários nesta segunda-feira.

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Brasil joga às 14h ou vira refém do horário comercial? O calendário cruel da Copa de 2026
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A Seleção Brasileira vive aquele momento tenso de quem espera o resultado do exame médico: depende apenas de si, mas torce para o vizinho não fazer besteira. Nesta quarta-feira, às 19h, o time comandado por Carlo Ancelotti encara a Escócia no Hard Rock Stadium, em Miami, pela última rodada do Grupo C. Com sete pontos, o Brasil divide a liderança com Marrocos e precisa manter a vantagem no saldo de gols ou no fair play para evitar sustos. Se der tudo certo e a equipe confirmar o favoritismo, os trabalhadores brasileiros podem respirar aliviados, pois o próximo compromisso cairá num horário que permite, tecnicamente, faltar ao serviço com certa dignidade.

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A comemoração de surfista de Matheus Cunha

O dilema das 14h versus o turno da noite

Caso o Brasil termine na primeira colocação do grupo, o destino será Houston, no Texas, na próxima segunda-feira, 29 de junho, às 14h. O adversário será o segundo colocado do Grupo F, onde Holanda e Japão disputam espaço. Nesse cenário otimista, as oitavas de final ocorrem no domingo, 5 de julho, às 17h, seguindo um cronograma que respeita minimamente o ritmo circadiano do torcedor. Porém, se a campanha vacilar e a equipe terminar em segundo lugar, preparem-se para a noite: o jogo da segunda fase seria às 22h do dia 29, e as oitavas aconteceriam no sábado, 4 de julho, às 14h. A diferença entre liderar ou ser vice não é apenas vaidade na tabela; é uma questão de logística existencial.

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Sendo primeiro, a semifinal está marcada para 15 de julho, às 16h, e a final para 19 de julho, às 16h, em Nova York. Já como segundo colocado, a rotina muda drasticamente: a semifinal seria numa terça-feira, 14 de julho, às 16h, exigindo malabarismos corporativos ainda maiores. Enquanto isso, a transmissão fica por conta da Globo, SBT e Cazé TV, garantindo que, independentemente do horário, a produtividade nacional despencará rumo ao zero absoluto.

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