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WAGs do Brasil viram febre nas redes: looks da torcida roubam a cena na Copa e dividem opiniões

De Bruna Biancardi a Gabriely Miranda, mulheres dos jogadores transformaram arquibancada em passarela e geraram avalanche de comentários na internet.

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Quem disse que a maior disputa da Copa acontece em campo? Pelas redes sociais, o verdadeiro campeonato está nas arquibancadas. As WAGs da Seleção Brasileira — sigla em inglês para wives and girlfriends — transformaram cada jogo do Brasil em um desfile particular, e o público não perdoa: comenta, compartilha e já escolheu seus favoritos no ranking fashion do torneio.

Bruna Biancardi e Gabriely Miranda lideram a lista das mais lembradas nas primeiras rodadas. Com corsets ousados, decotes profundos e aquela pegada que os sites de moda batizaram de "brasilcore", elas provocaram uma enxurrada de reações. Tem gente que aplaude a autoconfiança, tem gente que reclama do excesso — mas ninguém fica indiferente. A estreia contra o Haiti já tinha sido suficiente para explodir o assunto nos trending topics.

O lado B da fama: julgamento versus empoderamento

Nem todo mundo engole a moda das WAGs de bom grado. Enquanto alguns perfis criticam o suposto exibicionismo, outras vozes saem em defesa das mulheres. Malu Borges foi uma delas: em entrevista ao Portal Leo Dias, a influenciadora deu aquela abraçada coletiva no movimento, chamando a Copa de "super momento pra elas". A frase viralizou e alimentou o debate sobre até onde vai a liberdade de se vestir sem ser apontada.

A curiosidade pelo universo WAG cresce tanto que já ultrapassou as fronteiras do futebol. Kim Kardashian, ligada romanticamente a Lewis Hamilton, levou o termo às pistas de Fórmula 1 — provando que o conceito virou commodity global. No Brasil, a audiência das torcedoras-glamour dispara: a CNN Brasil já mapeou quais delas concentram os maiores exércitos de seguidores. Resultado? O jogo das arquibancadas agora tem placar próprio, e a torcida está mais interessada do que nunca em quem veste o quê.

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