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WAGs do Brasil viram atração à parte na Copa: confira os looks que bombaram nos jogos da Seleção

Bruna Biancardi, Gabriely Miranda e companhia transformaram arquibancada em passarela com estilos que vão do básico ao luxuoso.

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Enquanto Neymar e companhia driblam no gramado, outras estrelas roubam a cena nas arquibancadas. As WAGs da Seleção Brasileira — sigla inglesa que resume wives and girlfriends — transformaram a Copa do Mundo de 2026 em uma semana de moda improvisada, com direito a corset, decotes profundos e até repeteco fashion entre as produções.

Na estreia do Brasil, Bruna Biancardi e Gabriely Miranda já haviam dado o tom da competição. O time de beldades apostou em visuais ousados que misturavam o chamado brasilcore — aquela estética verde-amarela com jeitinho de passarela — com referências internacionais. Corsets estruturados e decotes generosos viraram praticamente uniforme não-oficial do grupo.

Do básico ao luxo: o estilo que divide opiniões

O duelo contra o Haiti consolidou a tendência. As produções variaram entre apostas minimalistas e looks de gala, provando que a arquibancada brasileira não aceita roupa de torcida comum. A influenciadora Malu Borges, por sua vez, saiu em defesa das mulheres dos jogadores: classificou o momento como "um super momento pra elas", numa resposta velada às críticas de quem acha excessivo o holofote sobre as companheiras dos atletas.

A curiosidade pelo estilo das WAGs é tamanha que até Kim Kardashian já foi associada ao termo — embora no caso dela, a sigla tenha migrado para a Fórmula 1, ao lado de Lewis Hamilton. No Brasil, o fenômeno das namoradas e esposas de craques como Endrick virou capítulo à parte da cobertura esportiva. Com milhões de seguidores nas redes sociais, elas entendem bem a receita: onde há jogo da Seleção, há também clique garantido.

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