Tuchel vive drama na Copa 2026: estrela da Inglaterra cortada surpreende com atitude bizarra em NY
Alemão pressionado antes de duelos decisivos contra Gana e Croácia, com mudança de protocolo da FIFA e dilemas no time titular.
O Thomas Tuchel veio para a Inglaterra prometendo revolucionar, mas a revolução tá mais pra novela mexicana do que pra aula de tática. O alemão, que estreou na seleção inglesa em janeiro de 2025 com contrato mirando justamente a Copa do Mundo FIFA de 2026, já coleciona polêmica antes mesmo das oitavas de final. Cortou um astro da lista de convocados e o cara decidiu dar um showzinho em Nova York — porque nada supera uma exclusão amarga como um passeio turístico pra chamar atenção.
FIFA cede à pressão e Tuchel segue causando
A FIFA, que normalmente só muda regra quando o céu cai, resolveu alterar o protocolo de posicionamento de fotógrafos durante os hinos nacionais. Motivo? Reclamação do próprio Tuchel. Pois é, enquanto a Inglaterra sofria pra engrenar na estreia, o técnico tava mais preocupado com o ângulo das lentes do que com o posicionamento do time. Sorte que o papo no intervalo funcionou e virou o jogo — senão a imprensa britânica já tinha pedido cabeça do alemão antes do segundo tempo.
Mas o problema não é só extracampo. Nos gramados, o alemão encara dilemas que fariam qualquer treinador chorar no travesseiro. Marcus Rashford e Marc Guehi são as pedras no sapato — ou será que não estão nos pés certos? A BBC já batizou a dupla como "grandes dilemas" do comandante. E tem mais: Bukayo Saka virou figurinha carimbada do banco de reservas, apesar de ser um dos nomes mais badalados do elenco. Contra Ghana, Tuchel já deu a leve indicação que o garoto vai ficar mais tempo sentado que em aula online.
Se a situação não tivesse suficientemente dramática, entra em cena Declan Rice — lesionado, virando dor de cabeça e deixando o meio-campo inglês mais orfão que protagonista de filme do Tim Burton. A Terra confirmou: o volante é preocupação séria. Resta saber se Tuchel, que já passou por Chelsea, Bayern de Munique, Paris Saint-Germain e Borussia Dortmund com altos e baixos dignos de montanha-russa, consegue segurar a onda. O aproveitamento de 85% na seleção é bonito no papel, mas na Copa o que vale é quem levanta a taça — e não quem faz a FIFA mudar protocolo de fotógrafo.
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