Morte de Oliver Tree explode redes: fãs encontram 'premonições' em clipes e herança bilionária vira polêmica
Herança destinada a artistas desconhecidos, declarações sobre morte e coincidências macabras em vídeos alimentam teorias nas redes sociais após acidente no Rio.
A queda fulminante de Oliver Tree no céu do Rio de Janeiro deixou o mundo da música em estado de choque — mas foi nas redes sociais que a tragédia ganhou contornos de mistério. Com apenas cinco dias de luto, o legado do artista de 32 anos já é devorado por teorias da conspiração, revelações sobre seu testamento e homenagens que expõem as feridas de quem o conhecia de perto.
O clipe de Flowers, lançado meses antes do acidente, tornou-se o epicentro das especulações. Nele, Tree aparece como piloto de avião entre dois helicópteros enquanto canta sobre "flores no túmulo". A cena bizarra ecoou de forma sinistra na colisão aérea do Recreio dos Bandeirantes que ceou sua vida e a de mais cinco pessoas, entre elas o youtuber argentino Gaspi e o produtor brasileiro Lucas Frota. Fãs ainda resgataram trechos de Hurt e I'm Gone como possíveis despedidas veladas do cantor.
Herança para artistas, não para familiares
A bomba emocional estourou quando veio à tona que Tree havia detalhado seu testamento dois meses antes da tragédia. Em entrevista final, o músico declarou que seu patrimônio não iria para parentes, mas sim para artistas desconhecidos que ele admirasse. A decisão, revelada pela Folha de S.Paulo e pelo TODAY.com, colocou fogo na discussão sobre quem realmente conhecia o ícone excêntrico por trás do capacete de motocross e das roupas oversized.
Enquanto isso, a ex-namorada Melanie Martinez prestou tributo nostálgico nas páginas da Rolling Stone, afirmando que ele estaria "fazendo os anjos rirem" no além. Já Fiona Chernavskaya, modelo e companheira atual, implorou por privacidade em meio ao furacão midiático: "Estou de luto pelo meu parceiro e melhor amigo", disse, em resposta a rumores de traição que surgiram nas primeiras horas. Até o pai de Gaspi, Ricardo Héctor Prim, levantou suspeitas de que a colisão não teria sido acidental.
Posso morrer a qualquer momento.
A frase dita por Tree em entrevista final, agora reproduzida massivamente, soa como um epitáfio involuntário para uma carreira que misturava comédia, performance e morte em doses calculadas. O artista que postou vídeos sorrindo em favelas cariocas horas antes do fim deixou um enigma que o público parece determinado a decifrar — mesmo sem respostas definitivas.
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