Mayk Leão: de "OVNI no Paraná" a silêncio nas redes — a queda do influencer que virou piada nacional
Após viralizar com vídeo de suposta nave alienígena, influencer é desmentido por youtuber, flagrado pelo Google Maps e sumido das redes sociais.
Nem todo mundo nasce para ser o novo Spielberg. Mayk Leão, influencer que resolveu virar caçador de extraterrestres nas horas vagas, descobriu da pior forma que internet não perdoa nada — nem ET de luzinhas de camping. O rapaz viralizou ao publicar vídeos de supostas luzes e sons "desconhecidos" em um sítio no Paraná, prometendo ao público uma experiência "surreal". Surreal mesmo foi o que aconteceu depois.
O desmonte do "ovni de Curitiba"
A casa caiu quando o youtuber Henrique Pereira, do canal NaLata Driver, resolveu jogar luz — literalmente — sobre o mistério. Segundo ele, aquelas luzes tão exóticas eram, pasmem, de um simples camping. Sim, aquele com barraca, fogueira e marshmallow. O Google Maps, sempre o fofoqueiro do espaço virtual, ainda flagrou um "objeto misterioso" próximo ao local, dando aquela pitada dramática que a história precisava para virar meme eterno.
Mas o plot twist veio com o roteiro bizarro: após relatar supostas mortes ligadas ao caso, Mayk foi retirado das redes sociais. A Abin, agência de inteligência do governo, até se manifestou sobre o "ovni de Curitiba", elevando o deboche institucional a níveis estratosféricos. Resta saber se as mortes eram de extraterrestres decepcionados com a péssima representação ou apenas da carreira digital do influencer.
Nem o Tadeu Schmidt apresentando Big Brother Brasil 25 teve tanta audiência para assistir alguém ser eliminado. Pelo menos no BBB a gente sabe que o voto é de verdade — ou quase isso, já que a torcida ilimitada sempre dá aquela ajudinha.
O curioso é que, enquanto Renata Saldanha levava R$ 2,72 milhões e uma Chevrolet S10 por 100 dias de confinamento, Mayk Leão não conseguiu nem manter o Wi-Fi funcionando por uma semana de fama. A lição fica: antes de apontar para o céu e gritar "ovni", olhe para o chão. Pode ser apenas um churrasqueiro acendendo o carvão. E, se for para inventar história de morte, que seja pelo menos uma morte narrativa digna — a do bom senso, por exemplo.
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