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Messi quebra recorde, Ronaldo faz história e Brasil avança: o caos calculado da Copa de 48 times

Com 104 jogos e três países-sede, a Copa do Mundo de 2026 entrega zebras, recordes absurdos e uma seleção brasileira que fez o dever de casa sem grandes sustos.

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Messi quebra recorde, Ronaldo faz história e Brasil avança: o caos calculado da Copa de 48 times
Imagem: Messi

A Copa do Mundo de 2026 decidiu que 32 times era pouco para tanta confusão e expandiu para 48 seleções, transformando o torneio em uma maratona de 104 partidas espalhadas por Estados Unidos, México e Canadá. O resultado? Mais espaço para zebra pastar e para gigantes escorregarem em cascas de banana. Enquanto o formato novo permite que até os oito melhores terceiros colocados avancem, a fase de grupos já eliminou coitados como Turquia, Panamá e Uzbequistão, que provavelmente estão mais preocupados em pagar a conta do hotel do que em tática.

Messi quebra recorde, Ronaldo faz história e Brasil avança: o caos calculado da Copa de 48 times
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Recordes caem como dominó e o Brasil faz o básico bem feito

Se você gosta de história sendo reescrita ao vivo, este é o seu campeonato. Lionel Messi, teimoso como só ele, ignorou a idade e superou Miroslav Klose, isolando-se como maior artilheiro da competição com 18 gols após vencer a Áustria por 2 a 0. Do outro lado do espectro etário, Cristiano Ronaldo provou que é imortal (ou que o tempo não passa para ele) ao marcar em seis Copas diferentes, liderando Portugal numa goleada de 5 a 0 sobre o Uzbequistão. Já a nossa amada Seleção, sob comando de Carlo Ancelotti, venceu o Haiti por 3 a 0, com gols de Matheus Cunha e Vini Jr, confirmando a classificação sem o drama desnecessário que alguns adorariam inventar.

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Enquanto isso, os anfitriões fazem a festa. O México foi o primeiro a garantir vaga no mata-mata, e os Estados Unidos atropelaram Austrália e Paraguai, mostrando que jogar em casa tem suas vantagens. Por outro lado, o Uruguai de Marcelo Bielsa segue decepcionando: empatou com Cabo Verde após falhas de Fernando Muslera, deixando a Celeste numa situação complicada antes do confronto decisivo. A Noruega de Erling Haaland e a França de Kylian Mbappé também avançaram, provando que ter craques decididores ainda é o melhor plano de jogo, mesmo num mundo onde a Jordânia marcou seu primeiro gol na história e o Canadá goleou o Catar por 6 a 0 numa noite mágica em Vancouver.

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