Raphinha descobre rombo financeiro gerido pelo pai e rompe parceria familiar
Atacante da Seleção Brasileira e do Barcelona enfrentou crise após constatar falta de fundos para comprar imóvel na Espanha; esposa liderou apuração que revelou divisão desigual de lucros.
O futebol internacional acompanha os desdobramentos de uma crise financeira e familiar envolvendo Raphinha, atacante da Seleção Brasileira e do Barcelona. O atleta descobriu que não possuía os recursos necessários para quitar uma mansão de luxo na Espanha, avaliada em 10 milhões de euros. As investigações internas apontaram que a gestão de seus contratos publicitários e comerciais estava sob controle de seu pai e empresário, Rafael Belloli, restando ao jogador apenas uma pequena fração de seus ganhos reais.
A situação ganhou destaque público após comentários do ex-jogador Vampeta, que sugeriu em um podcast que o camisa 11 enfrentava dívidas severas e considerava uma transferência emergencial para o futebol da Arábia Saudita. Contudo, a origem do problema não era a falta de ofertas, mas sim a estrutura de recebimentos. O conflito se agravou quando o casal tentou finalizar a compra do imóvel e constatou a ausência de dinheiro em conta, o que levou a esposa, Natália Belloli, a auditar as finanças do marido.
Esposa lidera investigação e expõe divisão desigual de lucros
Foi Natália Belloli quem identificou o esquema: enquanto o ponta-direita recebia apenas 20% dos valores provenientes de publicidade, a fatia majoritária de 80% era direcionada às contas do pai. Antes dessa descoberta, a esposa chegou a ser acusada pela família de ser a responsável pelo prejuízo, sendo chamada de "gastona" devido à aquisição de um motorhome de luxo presenteado ao jogador. Entretanto, a análise contratual inverteu a narrativa, demonstrando que a administração familiar era a causa do desfalque patrimonial.
Como desdobramento direto da revelação, Raphinha encerrou sua relação profissional com o pai, rompendo uma parceria que incluía a colaboração com o ex-jogador Deco. Atualmente, o sogro do atleta, Alexandre Madeira, agente credenciado pela Fifa, assumiu a gestão da carreira. Apesar do caos interno, fontes próximas confirmam que o jogador permanece no Barcelona após renovar contrato com salário mensal de R$ 8 milhões, tendo recusado propostas do Al-Hilal para priorizar sua atuação na Europa.
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