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Guerra nas Redes: Monark e Igor 3K trocam acusações sobre contrato e legado do Flow

Disputa entre ex-sócios ganha novo capítulo com alegações de calote e divergências sobre a origem da marca; público divide opiniões nas plataformas digitais.

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Guerra nas Redes: Monark e Igor 3K trocam acusações sobre contrato e legado do Flow
Imagem: Igor 3K e Monark: ex-sócios protagonizam briga pública na internet

O silêncio relativo de quatro anos entre os fundadores do Flow Podcast foi quebrado esta semana de forma estrondosa. Bruno Aiub, o Monark, e Igor Rodrigues Coelho, o Igor 3K, entraram em uma guerra pública de narrativas que divide a opinião dos seguidores nas redes sociais. O estopim foi uma entrevista recente onde Monark acusou o ex-sócio de se apropriar indevidamente de todo o legado do programa, incluindo estúdio, equipe e patrocínios, enquanto alega não receber os valores integrais combinados na saída da sociedade em 2022.

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Acusações de calote versus defesa de regularidade

A repercussão nas plataformas digitais foi imediata após a publicação de supostas provas por Monark. No X, o influenciador divulgou páginas do contrato para contestar a versão de Igor, afirmando que recebe apenas metade do valor mensal estipulado e chamando o adversário de mentiroso. Em contrapartida, Igor 3K utilizou seu canal no YouTube para desmentir as alegações de calote, garantindo que os depósitos são feitos religiosamente. O apresentador explicou que assumiu a empresa mergulhada em dificuldades financeiras e que houve um aditivo contratual prevendo pagamentos mensais equivalentes a US$ 5 mil, negando que tenha havido reestruturação como causa para supostos atrasos.

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O embate jurídico e moral ganhou contornos dramáticos quando Igor relatou precisar explicar à própria filha que não é ladrão, enquanto Monark sustenta que a marca registrada em seu nome físico nunca deveria ter sido negociada apenas como ativo de uma holding. A polêmica expõe feridas antigas sobre quem realmente financiou o início do projeto e quem merece os créditos pelo sucesso fenomenal que o programa alcançou no Brasil, transformando uma disputa contratual em um espetáculo público consumido por milhões.

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