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A Morte do Demônio: Em Chamas é o filme mais nojento da franquia? Entenda o caso

Nova produção dirigida por Sébastien Vaniček promete testar a resistência do público com violência extrema e efeitos práticos intensos.

Revisado por Caio Lustosa · Editado por Tó Castro

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A Morte do Demônio: Em Chamas é o filme mais nojento da franquia? Entenda o caso
Imagem: TMDB

A franquia de terror criada por Sam Raimi retorna às telas com A Morte do Demônio: Em Chamas, uma produção que promete testar a resistência física e emocional do público. Dirigido por Sébastien Vaniček, o longa chega aos cinemas em meados de julho de 2026 — com datas variando entre os dias 10 e 24 dependendo da região — como o sexto filme da franquia cinematográfica. A narrativa foca em violência doméstica e possessão demoníaca, centralizando-se em Alice, interpretada por Souheila Yacoub. Após perder o marido em um acidente, ela busca consolo na casa isolada de seus sogros, mas o que deveria ser um momento de luto transforma-se rapidamente em caos quando os familiares são possuídos.

Uma escalada de violência sem precedentes

Críticas iniciais destacam que este é provavelmente o filme mais grotesco de toda a saga, superando até mesmo o reboot de 2013 e A Morte do Demônio: A Ascensão. Vaniček utiliza um ritmo frenético e efeitos práticos intensos para criar cenas de horror corporal que incluem mutilações extremas e situações viscerais, como a ingestão de cera quente por uma entidade demoníaca. A produção, filmada na Nova Zelândia — local tradicional da franquia desde a era de Xena —, conta com um elenco misto que inclui nomes como Hunter Doohan, Luciane Buchanan, a veterana neozelandesa Tandi Wright e Erroll Shand, este último citado por entregar uma das performances mais assustadoras como um dos Deadites.

Apesar de alguns críticos apontarem que a velocidade da narrativa sacrifica o desenvolvimento emocional profundo dos personagens, a direção é elogiada por manter a tensão alta do início ao fim, usando câmeras subjetivas e ângulos claustrofóbicos para desorientar o espectador. O roteiro, escrito pelo próprio diretor junto com Florent Bernard, explora a mitologia do Necronomicon enquanto entrega uma experiência cinematográfica descrita como um teste de tolerância ao choque. Com financiamento da New Line Cinema e Sony Pictures, a obra chega marcada por cenas pós-créditos que sugerem a continuidade da expansão deste universo de horror.

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